3 de setembro de 2015

"O sujo que fala do mal lavado" é típico dos "profissionais da política"


A carreira de político não está na lista de faculdades, universidades ou cursos de formação profissional, mas essa é a opção de muitos jovens que trocam a estabilidade de uma profissão reconhecida no mercado pela função de representante do povo. É o caso do ex prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias (PT-RJ), que largou a faculdade de medicina aos 22 anos para se dedicar à vida política e hoje é Senador pelo RJ pelo mesmo partido.
Veja o ex governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ), há quanto tempo não exerce a verdadeira profissão que é a de médico. Mesmo esta, que tem tanto prestígio e respeito ele deixou para se "dedicar" a afamada profissão de político e fazer jus ao status de mais um corrupto, eleito pelo pobre e inocente povo, para dirigir parte da nação.
Outra que deixou de estudar para entrar na vida mais lucrativa desse país é a filha do casal Garotinho, Clarissa Garotinho (PR-RJ). Com o curso de jornalismo incompleto, ela foi, aos 26 anos, a vereadora mais votada do PMDB no Rio no ano de 2008. Clarissa contou, na época, que faltava apenas uma disciplina para terminar o curso, mas que naquele momento estaria focada em seu "trabalho" na Câmara. (Os eleitores dela acreditam nisso).
O sujo que fala do mal lavado tpico dos profissionais da poltica
O ingresso precoce na vida pública é um dos sintomas do chamado “político profissional”, atributo que o ex-governador e secretário estadual Geraldo Alckmin (PSDB-SP) já ouviu diversas vezes. Vereador aos 19 e prefeito aos 23, o tucano até se formou em medicina, curso que fazia na época de sua primeira eleição, mas só conseguiu exercer plenamente a profissão nos períodos em que não estava ocupando um cargo público.
E Aécio Neves, Economista de profissão, quem poderia me dizer quando foi que ele exerceu sua verdadeira profissão? Não tenho notícia de que ele, algum dia, foi economista. Filho de político, sua vocação sempre foi a mesma de seu pai qual seja - enganar os incautos com falsas promessas amealhando milhares de votos e vencendo eleições. É apenas mais um "político profissional", mais um como Sarney e família, mais um como os Campos de Mato Grosso, é mais um neste país que pensa que política é um cabide de emprego e um local propício para enrriquecimento fácil.
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Veja a recente notícia sobre Aécio Neves e Sérgio Guerra: por notícias uol em 26/08/2015 Brasília DF

Dois dos principais delatores da operação Lava Jato, o doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, mencionaram nesta terça-feira (25) que políticos do PSDB receberam recursos desviados de empresas estatais como a Petrobras e Furnas. Entre os beneficiados estariam o ex-presidente nacional partido Sérgio Guerra e o senador Aécio Neves (PSDB-MG).
As declarações de Costa e Youssef foram feitas durante uma acareação realizada nesta terça-feira na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras na Câmara Costa e Youssef disseram que Sérgio Guerra recebeu R$ 10 milhões para "abafar" uma CPI no Congresso Nacional para investigar irregularidades na Petrobras em 2009. O dinheiro, segundo a dupla, teria sido pago pela empreiteira. Segundo Youssef, o dinheiro foi pago pela empreiteira Camargo Correa, uma das investigadas pela operação Lava Jato.
Costa disse que foi procurado por Guerra e pelo deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) para que o dinheiro fosse encaminhado ao líder tucano. "De minha parte, posso dizer que eles receberam", afirmou Costa. Sérgio Guerra morreu em março de 2014.
Deputados do PT seguiram questionando os dois delatores sobre suspeitas de pagamento de propina a líderes tucanos. Jorge Sola (PT-BA) perguntou a Youssef se ele tinha conhecimento das informações de que o senador Aécio Neves teria recebido dinheiro de propina relativa a contratos da estatal Furnas. "O senhor confirma que Aécio recebeu dinheiro de corrupção de Furnas?", indagou Sola. Youssef disse ter ouvido sobre isso do ex-deputado José Janene, morto em 2010: "Eu confirmo por conta do que eu escutava do deputado José Janene, que era meu compadre, e eu era operador dele", disse Youssef. Janene é apontado como o responsável pela indicação de Paulo Roberto Costa à direção de Abastecimento da Petrobras.
Em nota oficial, o diretório nacional do PSDB rebateu as afirmações dos delatores."Como já foi afirmado pelo advogado de Alberto Youssef e, conforme concluiu a Procuradoria Geral da República (PGR) e o Supremo Tribunal Federal (STF), as referências feitas ao senador Aécio Neves são improcedentes e carecem de quaisquer elementos que possam minimamente confirmá-las."
O texto prossegue questionanndo as motivações de tais declarações: "Não se tratam de informações prestadas, mas sim de ilações inverídicas feitas por terceiros já falecidos, a respeito do então líder do PSDB na Câmara dos Deputados, podendo, inclusive, estar atendendo a algum tipo de interesse político de quem o fez à época."
A partir das menções feitas a Aécio Neves e a Sérgio Guerra, deputados do PT e da oposição travaram uma espécie de "batalha" ao longo da acareação. Em diversos momentos, quando deputados oposicionistas faziam perguntas sobre líderes do PT, deputados governistas gritavam o nome de Aécio.
Youssef disse ainda que chegou a enviar recursos oriundos de propina a Belo Horizonte, mas negou que fossem direcionados ao senador Antonio Anastasia (PSDB-MG).
"Com referência ao Anastasia, eu mandei, sim, dinheiro para Belo Horizonte, mas não fui que fui entregar. Então, a mim não foi dito que era para o Anastasia. Mas quem foi lá entregar foi o Jayme [Alves de Oliveira Filho], então só ele pode dizer a quem ele entregou. Eu posso dizer que recebi um endereço, um nome, e mandei entregar. Esse nome que eu recebi, me lembro muito bem, não era o Anastasia. Tinha outro nome e tinha outro endereço", afirmou.
Em março deste ano, Aécio negou participação no esquema de Furnas"A chamada lista de Furnas - relação que contém nomes de mais de 150 políticos brasileiros de diferentes partidos - é uma das mais conhecidas fraudes políticas do País e já foi reconhecida como falsa em 2006 pela CPMI dos Correios", disse o tucano em nota. Segundo a nota, a "lista de Furnas" surgiu em 2005 como "tentativa de dividir atenção da opinião pública" em meio à revelação do mensalão.
Em relação ao PT, Youssef disse que a presidente Dilma Rousseff (PT) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinham conhecimento do esquema de desvios de recursos públicos da Petrobras investigado pela Polícia Federal e pelo MPF (Ministério Público Federal). Ambos negam.
"Como já foi afirmado pelo advogado de Alberto Youssef e, conforme concluiu a Procuradoria Geral da República (PGR) e o Supremo Tribunal Federal (STF), as referências feitas ao senador Aécio Neves são improcedentes e carecem de quaisquer elementos que possam minimamente confirmá-las.
Não se tratam de informações prestadas, mas sim de ilações inverídicas feitas por terceiros já falecidos, a respeito do então líder do PSDB na Câmara dos Deputados, podendo, inclusive, estar atendendo a algum tipo de interesse político de quem o fez à época.
Em seu depoimento à Polícia Federal, conforme a petição da PGR, Youssef afirma que:" Nunca teve contato com Aécio Neves "(página 18) e que" questionado se fez alguma operação para o PSDB, o declarante disse que não "(página 20).
Na declaração feita hoje, diante da pressão de deputados do PT, Yousseff repetiu a afirmativa feita meses atrás: de que nunca teve qualquer contato com o senador Aécio Neves e de que não teve conhecimento pessoal de qualquer ato, tendo apenas ouvido dizer um comentário feito por um terceiro já falecido.
Dessa forma, a tentativa feita pelo deputado do PT Jorge Solla, durante audiência da CPI que investiga desvios na Petrobras, buscou apenas criar um factoide para desviar a atenção de fatos investigados pela Polícia Federal e pela Justiça e que atingem cada vez mais o governo e o PT."
Triste daquele que se sente ofendido ao ler uma reportagem ou artigo em que seu"representante do coração" teria sido descoberto e é, portanto, tão sujo quanto o fulano a quem apontava o dedo. Esse é apenas um tipo de novidade que não é NOVIDADE NENHUMA!
O sujo que fala do mal lavado tpico dos profissionais da poltica
Comentários: Elane F. De Souza OAB-CE 27;340-B


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